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Laboratório de Solos · Caracterização

Proctor — a curva que governa o aterro

Cinco pontos, uma curva, dois números que mandam na obra: densidade seca máxima e umidade ótima — a referência de todo grau de compactação exigido em campo.

NBR 7182Energias normal · interm. · modificadaReferência do GC %
Categoria
Laboratório de Solos | Caracterização
Normas de referência
NBR 7182 compactação · DNIT energias intermediária/modificada · NBR 6457 preparação
Onde entra
Resistência, deformabilidade e comportamento sob cargas repetidas, com responsabilidade técnica própria.
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Princípio e aplicação

No ensaio Proctor, o solo é compactado em camadas no molde padronizado, com energia controlada, em umidades crescentes. Seco demais, o atrito impede o arranjo; úmido demais, a água ocupa o lugar dos sólidos — entre os dois regimes está o pico: γd,máx na umidade ótima.

Esse par é a referência do controle de campo: o grau de compactação (GC = γd,campo/γd,máx) exigido em aterros, sub-bases e bases é medido contra a curva do laboratório — na energia correspondente ao equipamento e à camada.

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O soquete, as camadas e o pico da curva

Veja as camadas sendo compactadas golpe a golpe, os cinco pontos surgindo no gráfico e a curva revelando o ramo seco, o ramo úmido e o ótimo.

1×

2×

4×

Energia normal ilustrada; valores típicos de solo argilo-arenoso.

Proctor · curva de compactaçãoINTERATIVA · γd × w
1

Energia normal ilustrada; valores típicos de solo argilo-arenoso.

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Como a Testesolo executa

NBR 7182 compactaçãoDNIT energias intermediária/modificadaNBR 6457 preparação

Energia certa

Normal para aterros correntes; intermediária/modificada para pavimentos — definida pelo projeto antes do ensaio.

Execução

Camadas e golpes por camada conforme a energia; pesagem do molde e umidade de cada ponto em estufa.

Curva

Mínimo de 5 pontos envolvendo o ótimo; curva e pico determinados graficamente com correção de pedregulho quando aplicável.

Reuso e representatividade

Material virgem por ponto em solos sensíveis a quebra — reuso só quando a norma permite.

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O laboratório que conversa com o campo

Par com o controle in situ

A mesma equipe fecha o ciclo: Proctor no laboratório e densidade in situ na obra — GC sem ruído de métodos.

Curvas por material

Jazidas heterogêneas recebem famílias de curvas — não uma média que não representa ninguém.

Alerta de comportamento

Ramo úmido “achatado” ou dupla curvatura viram observação no relatório — sinal de solos lateríticos ou sensíveis.

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Perguntas de quem contrata

Qual energia devo pedir?

A do seu controle: aterros comuns usam a normal; bases e sub-bases de pavimento, intermediária ou modificada. O GC exigido só faz sentido na energia correspondente.

Por que meu GC de campo não fecha?

Causas típicas: energia errada de referência, material da pista diferente do ensaiado, ou umidade fora da faixa. Vale conferir a curva antes de culpar o rolo.

06

Normas e referências

ABNT NBR 7182
Compactação
DNIT 164/2013-ME
—
ASTM D698 / D1557
—

Orçamento

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